OLHEI O CÉU.DE UMA JANELA INVENTADA.NUVENS AGUARELADAS CARVÃO SUAVE INUNDAM A MINHA ÍRIS DE MÚSICA. BY JOÃO PAULO CALADO in "DENTRO DO VENTO"
sábado, 1 de julho de 2017
sexta-feira, 30 de junho de 2017
quinta-feira, 29 de junho de 2017
segunda-feira, 12 de junho de 2017
nº 117 - As Cidades Mortas
Autor: Clifford D. Simak
Título original: City
1ª Edição: 1952
Publicado na Colecção Argonauta em 1967
Capa: Lima de Freitas
Tradução: Eurico da Fonseca
Súmula - foi apresentada no livro nº116 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":
Clifford D. Simak regressa novamente à Colecção Argonauta com uma das suas obras mais importantes e que lhe valeu um dos mais altos galardões entre os que se destinam aos romances de Ficção-Científica. Obra de excepcional valia, entretecida com uma imaginação invulgar, ela dá toda a medida do valor de Simak, do seu talento extraordinário. As Cidades Mortas, sendo embora um produto da mais liberta fantasia, nem por isso descreve menos um pesadelo plausível e possível.
Clifford D. Simak regressa novamente à Colecção Argonauta com uma das suas obras mais importantes e que lhe valeu um dos mais altos galardões entre os que se destinam aos romances de Ficção-Científica. Obra de excepcional valia, entretecida com uma imaginação invulgar, ela dá toda a medida do valor de Simak, do seu talento extraordinário. As Cidades Mortas, sendo embora um produto da mais liberta fantasia, nem por isso descreve menos um pesadelo plausível e possível.
Traduzido por Eurico da Fonseca, com a mestria, a fidelidade e o saber que caracterizam os seus trabalhos, As Cidades Mortas, de Clifford D. Simak, ingressam finalmente na Colecção Argonauta, que à obra deste autor tem dado um acolhimento constante, satisfazendo o desejo dos numerosos admiradores portugueses deste grande escritor norte-americano de Ficção-Científica. Ao lado de As Flores que Pensam, Guerra no Tempo, Mundos Simultâneos, Caminhavam como Homens, Engenheiros Cósmicos - romances de Cliffford D. Simak já incluídos da Colecção Argonauta -, As Cidades Mortas obterá certamente o assinalado sucesso que as suas obras anteriores já alcançaram.
Introdução:
A presente obra, pela sua forma estranha e pelo seu tema perturbador, ocupa um lugar à parte na literatura de ficção-científica. É um dos maiores clássicos dessa literatura. O maior de todos, segundo o inquérito feito pela revista Amazing, em 1956. Dez anos depois, em novo inquérito, os leitores dessa revista - agora denominada Analog - voltaram a considerá-la como uma das dez melhores obras do género, em todos os tempos.
Introdução:
A presente obra, pela sua forma estranha e pelo seu tema perturbador, ocupa um lugar à parte na literatura de ficção-científica. É um dos maiores clássicos dessa literatura. O maior de todos, segundo o inquérito feito pela revista Amazing, em 1956. Dez anos depois, em novo inquérito, os leitores dessa revista - agora denominada Analog - voltaram a considerá-la como uma das dez melhores obras do género, em todos os tempos.
E isso compreende-se, porque o drama do Homem - o divórcio entre o progresso material e a maturidade espiritual - em caso algum foi estudado tão profundamente e tão longe, quanto às suas consequências. Tão longe que a existência do Homem, perdido entre o conhecimento daquilo que o cercava e o desconhecimento do que havia dentro de si, já nem sequer era uma lenda, mas sim aquilo que os cães - seus herdeiros sobre a Terra - consideravam como "um artifício de narração".
Nota: uma das muitas obras de referência de Clifford D. Simak.
Publicada por João Vagos
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UMA DISPOSIÇÃO SIMPES,EQUILIBRADA E COM LUZ.AGRADOU-ME.NÃO RESISTI.PODIA FAZER UMA CRÍTICA INTELIGENTE ,MAS RESOLVI DEIXAR A IMAGEM ASSIM...



