OLHEI O CÉU.DE UMA JANELA INVENTADA.NUVENS AGUARELADAS CARVÃO SUAVE INUNDAM A MINHA ÍRIS DE MÚSICA. BY JOÃO PAULO CALADO in "DENTRO DO VENTO"
sábado, 29 de outubro de 2016
sexta-feira, 28 de outubro de 2016
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
terça-feira, 25 de outubro de 2016
JAPANESE AMAZING
JAPANESE AMAZING é o nome de uma galeria de imagens que selecionei no Pinterest.Escolhi estas 2 porque mostram perfeitamente o meu critério.Podem ir lá e apreciar.
JAPANESE AMAZING

JAPANESE AMAZING
NATUREZA, POESIA



FICO SEMPRE DELICIADO A OBSERVAR ESTES QUADROS DA NATUREZA
QUE SÃO POEMAS PARA OS MEUS SENTIDOS.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
SONHANDO E VIAJANDO

JÁ NÃO É O PRIMEIRO SLIDESHOW COM A TEMÁTICA SCI FI.E CERTAMENTE VIRÃO OUTROS.PODEREI COLECIONAR SEMPRE PELA RAZÃO DE QUE ME CONSIDERO UM CURIOSO INSACIÁVEL.E ESTA POSTAGEM É UM COMPORTAMENTO OU UMA POSTURA DE COLECIONADOR.E O MEU CADERNO DOS SENTIDOS TEM ESPAÇO ILIMITADO PARA TODO O MEU UNIVERSO PESSOAL,SEJA POESIA OU MÚSICA OU ILUSTRAÇÃO.
domingo, 23 de outubro de 2016
DENTRO DO VENTO
Vou construir uma página onde os meus poemas serão apresentados tal como vieram á luz do dia.Irei começar com o conjunto de textos escritos entre 2005 e 2008,entre os quais se encontra DENTRO DO VENTO.Ofereci ao meu pai no Natal e desejei com esse gesto,partilhar um pedaço da minha alma e muito do meu existir é desvendado nessa poesia.Deixo aqui um exemplo e todo o restante pode ser lido na dita página.Que ainda não abri aqui no blog.Mas será em breve.
Nao vou explicar a minha poesia.Quero é que a leiam e que a sintam,não como eu,porque isso não é possível e ainda bem sermos todos diferentes,e sim,da forma que cada um sente.
ATRAVESSEI AS DUNAS DO SOL E SENTI A ALMA DAS ONDAS UMA ALEGRIA INCANDESCENTE INVADIU-ME TODO O CORPO
SÃO SERENOS OÁSIS DE CORAL OLHARES QUENTES.
OS BEIJOS ULTRAVIOLETA CEGARAM O MOVIMENTO SEDOSO DE TEUS LÁBIOS SÃO ASSIM AS HORAS DA MADRUGADA SEM SOMBRA.
Nao vou explicar a minha poesia.Quero é que a leiam e que a sintam,não como eu,porque isso não é possível e ainda bem sermos todos diferentes,e sim,da forma que cada um sente.
ATRAVESSEI AS DUNAS DO SOL E SENTI A ALMA DAS ONDAS UMA ALEGRIA INCANDESCENTE INVADIU-ME TODO O CORPO
SÃO SERENOS OÁSIS DE CORAL OLHARES QUENTES.
OS BEIJOS ULTRAVIOLETA CEGARAM O MOVIMENTO SEDOSO DE TEUS LÁBIOS SÃO ASSIM AS HORAS DA MADRUGADA SEM SOMBRA.
sábado, 22 de outubro de 2016
AGORA VAMOS LER
O Silêncio
Quando a ternura
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas.
Eugénio de Andrade, in "Obscuro Domínio"
parece já do seu ofício fatigada,
e o sono, a mais incerta barca,
inda demora,
quando azuis irrompem
os teus olhos
e procuram
nos meus navegação segura,
é que eu te falo das palavras
desamparadas e desertas,
pelo silêncio fascinadas.
Eugénio de Andrade, in "Obscuro Domínio"
BRUMAS
BRUMAS
OLHEI
O CÉU.DE UMA JANELA INVENTADA.NUVENS AGUARELADAS
CARVÃO
SUAVE INUNDAM A MINHA ÍRIS DE MÚSICA.
ODORES
TRISTES A BALOIÇAR NAS MINHAS PERNAS.
EU,SENTADO
NUMA CADEIRA INVENTADA
OBSERVO
OS PRIMEIROS DESENHOS DA NOITE.
CHEIRAM
A JARDINS ESCONDIDOS POR DETRÁS DO FUMO.
SEM
ME DEBRUÇAR,ESPREITO A TEXTURA BAILARINA
DAS
NUVENS
DESFAZEM-SE
MÁGICAS NUM ABRIR E FECHAR DE OLHOS.
PARECEM
ESTAR BRINCANDO.E FORMAM CONJUNTOS DE CASTELOS
DE
AREIA,NAVIOS REMOTOS COM ASAS DE ALBATROZ,CORPOS
DANÇANDO
NA ORLA DO TEMPO,DO MEU ESCASSO TEMPO.
EU AGORA ESCUTO
APENAS UMA CORTINA VAGA TRANSLÚCIDA,
UM
PERFUME SONORO DE ACORDES LENTOS NOS MEUS CABELOS
BRANCOS.A
RAINHA DA NOITE CONVIDA-ME PARA UM FESTIM.
MAS
ONDE ENCONTRAR O PORTAL DE FANTASIA?SEGURO DE MEUS PASSOS
PROCURO
POR ENTRE PÁGINAS AO VENTO.CAMINHO NO PERDER-ME
ATÉ
ENCONTRAR-ME
ESTÓRIAS COM MEZCAL
Acordei envolto num
manto de areia.
Perguntei a mim
mesmo:se isto é uma praia,onde estão as gaivotas?
E depois ergui-me e
segui pela beira da água fresca
Um odor de algas e
sereias adormecidas e lembrei-me,ao sentir a espuma,
dos teus cabelos
escuros com a textura da lua.
Lembrei-me dos teus
olhos avelã madura quando posavas para mim,
Deitada num lençol de
cetim.
Embriagava-me de
ver-te assim
Ou distante ou
sufocante,faminta de mim
sexta-feira, 21 de outubro de 2016
quinta-feira, 20 de outubro de 2016
quarta-feira, 19 de outubro de 2016
E O MAIS CURIOSO FOI ENCONTRAR TODOS OS QUE JÁ LI E QUE ME INTERESSARAM
Este espaço é uma homenagem à Colecção Argonauta, um memorial que esperamos possa contribuir para esclarecer possíveis dúvidas relativas aos números publicados, bem como constituir um espaço de partilha, onde comentários relativos às obras possam ajudar a enriquecer o vasto universo de memórias aqui reunido. (João Vagos)
ESTIVE A LER
nº 3 - A Última Cidade da Terra
Autor: Edmond Hamilton (a capa tem uma gralha no nome do autor)
Título original: The City At World's End
1ª Edição: 1951
Publicado na Colecção Argonauta em 1954
Capa: Cândido Costa Pinto
Tradução: José da Natividade Gaspar
Súmula - foi apresentada no livro nº2 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta":
Esta é a história de uma cidade dos nossos dias e do seu povo. É a dramática epopeia de uma pequena cidade americana do Oeste chamada Middletown, cujos cinquenta mil habitantes se viram súbitamente atirados para uma terrível situação, sem precedentes na História da Humanidade. Quando um formidável cataclismo científico os flagela, Middletown e a sua gente vêm-se arrebatados do seu tempo e atirados para um futuro longínquo, quando a Terra já está velha, moribunda, estranha, de há muito abandonada pelos homens.
É esta a história sem precedentes daquele povo; do seu imponente Governador Garris, eternamente político e teimosamente agarrado à sua autoridade inútil e obsoleta; de Johnson, o espavorido electricista; de Hubble, o velho homem de ciência; de Mrs. Adams, cuja maior preocupação se cifra no destino das suas bem cuidadas rosas, que já não dispõem do sol benfazejo que as viceje; da formosa Carol Lane, noiva do moço cientista John Kinston, de súbito com todos os seus sonhos matrimoniais desfeitos por aquele cataclismo que destruiu o tempo e transformou o futuro, que sonhavam risonho, num inconcebível e patente pesadelo.
E todos aqueles habitantes da Última Cidade da Terra - banqueiros, lojistas, operários, donas de casa, velhos e crianças, soldados e artistas, ladrões e sacerdotes, vêem-se todos irmanados no mesmo destino - o mais inconcebível e desesperador exílio no fim do Mundo, no fim de um mundo cujos dias estão contados, pois toda a vida perece, o Sol está apenas morto e as ervas dos campos e os riachos dos vales de há muito secaram numa terra gretada e nua, sobre a qual uiva o vento de um eterno Inverno.
Tornada inóspita a velha cidade de Middletown, exilam-se os seus habitantes em demanda de paragens mais acolhedoras e quentes. Deparam uma imensa urbe, esquisita e estranha, de edificios belos e imensos, resguardados do frio exterior por vastas e protectoras abóbadas.
Nessa cidade, nem um sopro de vida, mas é evidente que ali, há muitos anos atrás, viveu um povo singular, civilizado e forte, que, todavia, sinal algum deixou de quem era ou para onde partiu.
O moço John Kinston incansávelmente transmite para o espaço constantes apelos pelo rádio, mas cada vez mais todos se convencem, ante o siêncio que os rodeia, sem captarem qualquer resposta aquelas chamadas, que mais ninguém ficou na Terra para os ouvir. E pertinaz, persistente, lutando contra o desespero e o desânimo, de toda a hora, da misteriosa cidade das cúpulas, sobe ainda periódico o apelo de Kinston: - "Middletown chama! Middletown chama!..."
Silêncio, Mutismo. Nem um som para além daquele deserto enregelado e cor de oca. A noite eterna parecia ter descido sobre aquele último e desgraçado povo da Terra. Até que um dia...
Mas não prejudiquemos o natural interesse com que o leitor da "Colecção Argonauta" desejará conhecer a sorte e o insuspeito destino daquele povo de "A Última Cidade da Terra".
nº 33 - Fahrenheit 451
Autor: Ray Bradbury
Título original: Fahrenheit 451
1ª Edição: 1953
Publicado na Colecção Argonauta em 1956
Capa: Lima de Freitas (iniciam-se nesta obra as capas de Lima de Freitas)
Tradução: Mário Henrique Leiria
Súmula - foi apresentada no livro nº32 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta:
O mundo está organizado e a felicidade é obrigatória. Todos possuem paredes com imagens animadas, robots domésticos, casas climatizadas e ignífugas. Os bombeiros, guardas da ordem social, nada mais têm que uma função: queimar os livros, fonte de todos os perigos e descontentamentos. Para quê livros, num mundo em que todos são felizes, para quê ler quando as paredes da sala passam o dia, ininterruptamente, a dar espectáculos a três dimensões, coloridos, devertidíssimos... para quê ler, quando basta introduzir o micro-rádio na orelha para a música, os anúncios, os discursos nos acompanharem por toda a parte...
Mas, ao encontrar Clarisse, uma estranha e misteriosa rapariga, o bombeiro Montag sente nascer em si bizarros pensamentos. Faz perguntas a si mesmo, quer saber onde estão as verdadeiras riquezas da vida. Enfim, rouba livros em vez de os queimar e começa a ler. Todas as desgraças em potência se vão abater sobre ele. O mundo da felicidade desmorona-se e o absurdo de uma existência demasiado perfeita é-lhe patenteado. Depressa vê a sua própria casa a arder, queimada por ele mesmo, a sua mulher partir sem o olhar. Depressa se torna um assassino e um perseguido, um fora da lei fugindo, através da cidade, de um cão-polícia mecânico e infalível.
É então que encontra aqueles que ainda conservam em si o conhecimento e a sabedoria... Mas a guerra, a guerra que ninguém espera porque ninguém quer ver para além da sua felicidade em série, rebenta, explode num inesperado que tudo destrói.
E Montag segue o caminho do futuro, com aqueles que, de olhos bem abertos, se propõem, um dia, "a construir a maior pá mecânica da História, cavar o maior túmulo de todos os tempos, e enterrar a guerra"...
Título original: Fahrenheit 451
1ª Edição: 1953
Publicado na Colecção Argonauta em 1956
Capa: Lima de Freitas (iniciam-se nesta obra as capas de Lima de Freitas)
Tradução: Mário Henrique Leiria
Súmula - foi apresentada no livro nº32 da Colecção, com a indicação de "Ler nas páginas seguintes a súmula do próximo volume da Colecção Argonauta:
Fahrenheit 451 - a temperatura a que um livro se inflama e consome...
O mundo está organizado e a felicidade é obrigatória. Todos possuem paredes com imagens animadas, robots domésticos, casas climatizadas e ignífugas. Os bombeiros, guardas da ordem social, nada mais têm que uma função: queimar os livros, fonte de todos os perigos e descontentamentos. Para quê livros, num mundo em que todos são felizes, para quê ler quando as paredes da sala passam o dia, ininterruptamente, a dar espectáculos a três dimensões, coloridos, devertidíssimos... para quê ler, quando basta introduzir o micro-rádio na orelha para a música, os anúncios, os discursos nos acompanharem por toda a parte...
Mas, ao encontrar Clarisse, uma estranha e misteriosa rapariga, o bombeiro Montag sente nascer em si bizarros pensamentos. Faz perguntas a si mesmo, quer saber onde estão as verdadeiras riquezas da vida. Enfim, rouba livros em vez de os queimar e começa a ler. Todas as desgraças em potência se vão abater sobre ele. O mundo da felicidade desmorona-se e o absurdo de uma existência demasiado perfeita é-lhe patenteado. Depressa vê a sua própria casa a arder, queimada por ele mesmo, a sua mulher partir sem o olhar. Depressa se torna um assassino e um perseguido, um fora da lei fugindo, através da cidade, de um cão-polícia mecânico e infalível.
E Montag segue o caminho do futuro, com aqueles que, de olhos bem abertos, se propõem, um dia, "a construir a maior pá mecânica da História, cavar o maior túmulo de todos os tempos, e enterrar a guerra"...
Publicada por João Vagos
SILENT POEM
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UMA DISPOSIÇÃO SIMPES,EQUILIBRADA E COM LUZ.AGRADOU-ME.NÃO RESISTI.PODIA FAZER UMA CRÍTICA INTELIGENTE ,MAS RESOLVI DEIXAR A IMAGEM ASSIM...





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